Ventos Noturnos

Na velocidade dos ventos, as palavras refrescam…

Como tudo começou…

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“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas continuarei a escrever.”

(Clarice Lispector)

Um cappuccino, umas imagens, algumas palavras e outras inspirações. Um dia de chuva, um céu aberto, um vento leve, tempestasdes de verão. Não sei escrever poemas, mas tento formar métrica. Sei apreciar autores e inspiro no que eles escrevem e cantam. Dessa forma eu vou juntando palavras e montando textos que são reflexos interiores.

Um dia de sol, um livro no porão, calor no coração. Uma brisa suave, respingos de chuva, leitura sob a árvore, mundos distintos rabiscados no papel. E assim eu vou construindo letras, parafraseando autores e cantando numa tarde de verão.

As palavras começaram na mesa de um Starbucks, num guardanapo de papel e virou blog, não sei por quanto tempo conseguirei escrever ou se conseguirei expor meus sentimentos. O que sei é que palavras não podem ficar engavetadas. Tiro o livro da estante e sigo escrevendo com o vento e brincando de ser Brisa.

“Já que se há de escrever, que pelo menos não se esmaguem com palavras as entrelinhas.”

Clarice Lispector

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Bem vindos de volta! Sim, de volta, porque a Brisa que um dia soprou pelas naturezas sentimentais, volta com os ventos noturnos…

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